Homem de calça
Man unbuckling belt. Attractive male body close up.

Conto erótico – descobri por acaso o meu maior tesão

7 de julho de 2023

Quem diria que um macho como eu ia gostar desse tipo de coisa… Mas gosto!

Meu nome é Diego e eu sou um homem que gosta de nutrir relacionamentos duradouros e, de preferência, com uma mulher só. Sou casado há 5 anos, mas já tive muitas namoradas e casinhos sem importância também.

Gosto muito de sexo e morro de tesão pela minha mulher Lorena, que além de linda, dedicada e parceira também é uma delícia na cama. Faz todas as sacanagens que as puritanas jamais imaginaram na vida. Fora de casa, bela, recatada e do lar. Mas dentro de 4 paredes, uma cadela no cio. 

Ela já me propôs um relacionamento aberto, mas tenho um pouco de receio desse tipo de modernidade. Não sou um ogro machista, mas não sei se conseguiria lidar com o fato dela transar com outros caras. Bom, pelo menos era o que eu achava.

A minha casa tem uma área gourmet

E acho válido contextualizar isso pra você entender como eu descobri a coisa que mais me deu tesão na vida. A minha casa é relativamente grande e tem uma área gourmet no fundo, com um deque e piscina. 

A sala e a cozinha são ambientes grandes e têm um conceito aberto, então é tudo meio que junto. Pra chegar na área gourmet, onde tem o deque de madeira, churrasqueira e área de lazer, é preciso passar por uma imensa porta de correr de vidro.

É possível ver o que acontece do lado de fora, mas quem está fora não enxerga dentro porque o vidro é espelhado. Assim, quem está dentro da casa pode ter mais privacidade.

Dito isso, um belo dia voltei pra casa mais cedo do trabalho e resolvi dar uma relaxada na espreguiçadeira que tem perto da piscina, então já entrei tirando a gravata, deixando a maleta na sala e já estava indo ligar o som quando ouvi um barulho.

Estranhei, porque nesse horário a Lorena deveria estar no trabalho. Não temos filhos e nem pets, então teoricamente era pra eu estar sozinho.

Percebi que o barulho vinha de fora, então já peguei meu celular pra ligar pra polícia. Muito vagarosamente abri a cortina que cobre essa grande porta de vidro que mencionei e fiquei estarrecido com o que vi rolando na área gourmet.

Sim, é isso que você está pensando

Lorena estava do lado de fora, apoiada com as mãos no vidro, então ela se encontrava bem na minha frente, separados apenas pela porta e pelo espelhado, que me escondia.

Ela vestia um corpete de renda tomara que caia, com cinta liga e meia-calça, tudo na cor preta. Usava também um salto preto. Ela estava deslumbrante, maravilhosa. Maquiada, cabelos longos e soltos, seios fartos, bunda linda, redondinha de academia e cintura fina.

Lorena gemia de prazer.

Ela gemia porque seu chefe, José Pedro, dono da empresa de advocacia para a qual ela trabalhava, estava lambendo e chupando a buceta da minha mulher, tendo colocado a calcinha de renda preta apenas de lado.

Ele era um homem bonito, mais velho e atraente. Tinha cabelos e barba grisalhos, músculos definidos. Um homem com H maiúsculo – assim como eu -, que apesar de já ter seus 50 e tantos, se cuidava muito bem. Um daddy, como dizem por aí.

Ao ver essa cena, me ocorreu um mix de sentimentos. Ao mesmo tempo que me senti ferido e traído, também senti prazer. Que loucura era aquela?! Meu pau ficou duríssimo e depois que senti tudo isso, fiquei confuso. Eu não deveria estar com raiva? Não deveria surpreender os dois e ameaçá-los de morte? Pedir o divórcio, lavar a minha honra?

Oras. Como eu disse, não sou um ogro machista e não acredito em violência, mas pelo menos puto eu achei que fosse ficar. Mas não fiquei.

Sabe quando os seus amigos saem pra um rolê muito legal e não te chamam? Foi essa a sensação que eu tive. Me senti traído por não ter sido convidado pra assistir a sacanagem. É mole?!

Fiquei surpreso, mas me entreguei ao meu próprio instinto. Eu senti muito tesão em ver outro homem enchendo as mãos na bunda da minha mulher, usufruindo do seu sabor.

E vê-la gemendo e sentindo prazer nas mãos – e na boca – de outro homem me provocou muita satisfação. Me sentei numa poltrona e comecei a me masturbar.

Era como transar com ela na terceira pessoa, como se fosse eu a enfiar a língua na buceta dela e fazê-la gemer e ao mesmo tempo poder assistir de fora.

Lorena gemia feito uma gatinha na língua do velho, até que ela pediu pra ele socar bem fundo nela.

José Pedro então se levantou, colocou seu majestoso pau pra fora e ordenou que ela chupasse antes. Minha mulherzinha se ajoelhou e obedeceu. Ele segurava os cabelos dela com os dedos se confundindo aos fios e controlava a velocidade do boquete. Enquanto isso, eu me tocava com um tesão que nunca tinha sentido antes.

  • Eu não aguentava mais de tesão em você, Lorena. Isso, engole meu pau inteiro, lambuza ele pra eu meter em você – ele dizia, entre gemidos.

Ela se levantou e voltou pra posição inicial. Então José Pedro afastou novamente a calcinha pro lado e penetrou de uma vez, fazendo Lorena gritar de prazer. Ficou com o pau enfiado por inteiro nela por alguns instantes, enquanto estimulava o seu clitóris por dentro da calcinha, bem devagar.

Depois, Pedro começou o vai e vem bem devagar e foi aumentando a velocidade. Dava pra sentir o pau dele entrando e saindo da buceta dela, deslizando como um veludo encharcado.

A cara dele era inegável: a buceta da Lorena é uma delícia mesmo, eu bem sei. Ele não aguentou por muito tempo nessa posição.

  • Vamos mudar senão eu vou gozar muito rápido.
  • Que jeito você quer então, chefinho? É só mandar que eu obedeço.

Esse jeito dela me deixou maluco. Ela agia como se fosse a putinha do boss. A vagabunda do escritório. Que tesão, meu Deus! A minha vontade era ir lá fora e arrebentar as pregas dela.

Os dois passaram a foder de frente um pro outro, com a Lorena de costas pro vidro e uma das pernas levantadas. O chefe apoiava a perna dela com seu braço forte.

Enquanto metia gostoso e com ritmo, José Pedro enfiou a outra mão por dentro da bunda da Lorena e começou a estimular o cuzinho dela. Não era possível que ele também ia comer o cu dela na minha frente! Aquilo era bom demais pra ser verdade.

Lorena ama que façam isso, e deu pra perceber quando ela gozou no pau daquele macho. Ele não se aguentou e acabou gozando também, porque quando ela chega ao orgasmo, dá uma chave de buceta e a sensação é indescritível.

Os dois ficaram satisfeitos, mas eu ainda não estava

  • Você é uma vagabunda mesmo. Queria ter comido essa sua raba também, mas a sua buceta é tão deliciosa que eu não aguentei.
  • Eu também queria ter sentido o gosto do seu leite, chefinho. Pena que dessa vez não deu.

Os dois ficaram com essa palhaçada por um tempo, trocaram beijos demorados de língua – que delícia – e depois foram entrando. Quase não deu tempo de eu pegar a maleta, a gravata e me esconder.

José Pedro foi embora, e eu fiquei sem saber o que fazer. Resolvi fingir que ainda não tinha chegado e entrei pela porta alguns minutos depois dele ter ido. Lorena levou um susto, porque ainda estava de lingerie e ainda não tinha se lavado. A casa cheirava a sexo e, como se fosse possível, isso me dava mais vontade de foder a minha mulher

Sem responder às perguntas dela do porquê eu tinha chegado mais cedo, agarrei Lorena na sala. Eu queria fazer um sexo selvagem com aquela mulher. Ela gostou.

Nunca beijei aqueles lábios com tanta vontade. Saber que ela ainda guardava o gosto do pau do chefe na boca me gerava um misto de tesão, dúvidas sobre a minha orientação sexual e confusão mental. Só me entreguei.

  • Já te falei que você é uma gostosa?
  • Já, mas é sempre bom ouvir. O que deu em você? Que tesão todo é esse?
  • É você, mulher. Você me deixa assim. Olha essa lingerie, olha esse corpo. Eu vou socar a rola em você até esfolar.

Depois de dizer isso, mandei ela ficar de quatro pra mim no sofá e meti fundo naquela buceta que ainda tinha porra de outro homem. Lorena voltou a gemer feito uma cadelinha.

Eu batia na bunda dela, apertava sua cintura e puxava seu cabelo, tal qual um adolescente que não sabe direito o que tá fazendo.

Mordi seu pescoço, lambi suas costas e aumentei a velocidade. Eu queria que ela pedisse arrego.

  • Diego do céu, você tá demais hoje! O que é isso?!
  • Cala essa boca, piranha. Hoje você vai dar esse cu pra mim.

Mal terminei de falar e encaixei no cuzinho dela. Lorena urrou de tesão. Dei algumas bombadas, mas aquele cu é tão apertado que não aguentei muito tempo e gozei. Gemi muito na hora do orgasmo. Senti tesão a ponto das minhas pernas ficarem fracas.

Depois disso, nos deitamos juntos no sofá e nos beijamos muito. Aquela mulher tinha destravado um fetiche poderoso, e agora ia ter que aguentar as consequências.

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