conto erotico

Conto erótico  – lua de mel?

6 de junho de 2024

O dia em que fiz uma surpresa pro meu namorado e levei ele pra Gramado, mas acabei terminando o relacionamento

Hoje eu vim contar pra vocês sobre o dinheiro mais mal gasto da minha vida. Contextualizando, meu nome é Flávia e eu tinha – sim, no passado – um namorado que vamos chamar de Vítor. Vítor sempre foi um cara desligado, mas eu sentia o amor dele por mim, pelo menos no início.

Como todo relacionamento, o nosso caiu na rotina. Toda semana fazíamos a mesma coisa, conversávamos sobre os mesmos assuntos e a monotonia nos pegou. Eu trabalhava e estudava, ele só trabalhava, e percebi que precisávamos de uma chacoalhada no namoro.

O problema é que o amor dele por mim secou, e nem mesmo ele percebeu. Mas eu percebi. A tempo de não perder mais um segundo da minha vida com ele.

A viagem pra Gramado

Pra ser espontânea e divertida, programei uma viagem de casal pra Gramado, no Rio Grande do Sul. A cidade é conhecida pelo romantismo e pelo clima frio, então seria perfeito pra gente se reaproximar. 

O problema é que o Vítor não tava nem um pouco a fim de se reaproximar de mim. Ainda no momento em que fiz a surpresa, ele não pareceu animado e nem contente. “Ah meu bem, que legal” foi a resposta dele. Malemá um beijo me deu. Animação total, só que não.

No dia da viagem eu estava animada, tinha comprado umas roupas novas, umas lingeries diferentes, fiz minha mala e não parava de falar sobre a viagem. Ele mal me respondia. Parecia até que tinha outra na jogada – de repente até tinha e eu nunca soube.

Chegamos no hotel, que era lindo, e tinha até uma hidro no quarto. Nada animava aquele homem! Ele não me procurou nenhuma vez pra transar e só ficava no celular. Fui sozinha atrás de programas legais pra gente fazer e conheci o Wesley, responsável pelos passeios no hotel, muito simpático e muito bonito, que me orientou sobre as coisas legais para fazer em Gramado.

Voltei para o Vítor e falei das novidades sobre os passeios, mas nada tirava ele do seu estado vegetativo. Acho que definitivamente ele não tinha mais nenhum interesse em passar um tempo de qualidade comigo. No segundo dia em que ele não tirava o olho do celular ou da televisão no quarto, eu enfezei e dei barraco.

A volta por cima

Não vou entrar em detalhes sobre essa briga em que só eu falei e ele ficou em silêncio absoluto, mas basicamente mandei ele se escafeder dali e voltar pra nossa cidade, porque eu terminaria a viagem sozinha. Vítor simplesmente pegou as coisas dele e foi embora.

Fiquei algumas horas em estado de choque, sem acreditar que ele realmente não tinha falado nada e simplesmente me largado lá, e depois me resignei. Se ele não queria ficar comigo, ótimo. Tinha quem quisesse.

Tomei um bom banho, fiz uma make, coloquei uma das roupas novas que tinha comprado pra viagem e desci pra conversar com o Wesley de novo. Eu já fui na intenção de pelo menos dar uns beijinhos na boca carnuda dele. Sem escrúpulo nenhum entre hóspede e trabalhador do hotel, contei tudo que tinha acontecido pra ele.

  • … e foi isso! Ele me largou aqui, depois de eu ter pagado tudo da viagem! Maldito!
  • Meu Deus Flávia, você definitivamente não merece isso.
  • Ah, é? Como você sabe que eu não sou uma megera?
  • Uma mulher que faz uma surpresa como essa dificilmente é uma megera. Se você fosse minha eu não deixaria você escapar.
  • Eu posso ser sua. Pelo menos enquanto estiver aqui.

Coincidentemente, Wesley era solteiro e entraria de férias no dia seguinte. Sem a menor cerimônia, convidei ele pra ser o meu acompanhante naquela viagem. Ele topou. Foi pra casa dele buscar umas roupas e voltou pra ficar comigo no hotel.

Sexo em Gramado

Enquanto ele não chegava, enchi a banheira e deixei ela com bastante espuma. Coloquei champanhe em duas taças e coloquei ao lado da banheira. Deixei a porta do quarto aberta, tirei a roupa e entrei. Quando ele chegou, mandei entrar. Ao ver a cena, ele tomou um susto.

  • Achei que a gente ia pegar mais intimidade antes de… enfim… pegar mais intimidade.
  • Eu tenho 3 dias aqui. Pra quê perder tempo? Você é um gostoso, e eu percebi que você também olhou diferente pra mim. Tira a roupa e entra aqui.

Não precisei falar duas vezes. Wesley tirou a roupa, revelando um pau lindo e de um tamanho respeitável, do jeito que eu gosto. Ele entrou cauteloso na banheira e pegou uma taça de champanhe. Peguei a outra, brindamos e bebemos. Antes que ele pudesse terminar a taça, voei pra cima dele e comecei a beijá-lo.

  • Eu preciso de sexo. Sexo selvagem e sem escrúpulos – eu disse, enquanto o beijava.
  • Nossa, desse jeito você vai me deixar duro.
  • Essa é a minha intenção. Você consegue me entregar isso? Eu não quero carinho. Eu quero que você me trate que nem uma puta. Faz tempo que não faço sexo com vontade. 
  • Não precisa pedir duas vezes.

Logo depois de dizer isso, ele me ergueu e me colocou na beirada da banheira, abriu minhas pernas e começou a me chupar. Ele me fez gemer como há muito tempo eu não gemia. 

Depois disso, me colocou de volta dentro da banheira já sentada no pau dele, que já estava imenso e duro.

  • Então senta pra mim, vagabunda.

Subi e desci e o movimento dentro da água era uma delícia. Wesley agarrou meus peitos e começou a chupá-los enquanto eu sentava. 

  • Agora fica de quatro.

Obedeci. Ele veio então metendo por trás. Wesley puxou meu cabelo e socou mais fundo, do jeito que eu precisava. “Geme pra mim, geme” e eu gemia. 

  • Agora tá na hora de você gozar.

Wesley ficou de pé e me pegou no colo. Encaixou o pau na minha buceta e com uma força absurda, continuou metendo, do jeito tão certo e na profundidade tão ideal que eu tive um orgasmo vaginal. Eu gritava de tesão, e pedia pra ele continuar, continuar!

Depois que gozei, ele e pediu pra eu ficar de quatro de novo. Fiquei. Ele veio por trás e voltou a me chupar. Quando voltou a meter, foi devagar e sem pressa. Wesley gozou dentro de mim e abundantemente. Senti o jato quente e estremeci.

O resto da viagem

Vivemos o restante da viagem como um casal de namorados. Namorados de verdade. Quando tudo acabou, voltei pra minha cidade mas continuei conversando com ele até que o assunto minguou. Nunca mais falei com o Vítor.

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Viajar com o namorado, terminar com ele e arrumar um casinho passageiro, mas intenso? Que delícia! Se você gostou da história e quer ver outras como essa, continue acompanhando o blog e deixe seu comentário pra gente saber se você gostou. Ah! Se você tiver curiosidade sobre os produtinhos mara da Diversão e Amor, é só clicar aqui.

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