Conto erótico – o dia que eles ficaram no controle

12 de dezembro de 2023

Só com o Marcos experimentei o que é prazer de verdade.

Meu nome é Julieta e tenho 27 anos. Comecei a namorar bem cedo e já casei com meu primeiro namorado, o Marcos. Marcos é mais velho que eu e já tinha muita experiência sexual quando nos apaixonamos.

Ele veio de uma família incrível, bem estruturada e que segue os valores cristãos, mas dava suas escapadas para “pecar”, se é que você me entende. Ah é, esqueci de mencionar, eu sou religiosa, mas não me considero crente. Crente é quem usa a bíblia pra justificar os próprios preconceitos e julgamentos. Eu respeito todas as pessoas e suas jornadas. Pra mim, o único que tem o direito de julgar nossas ações é Deus.

Mesmo pensando dessa maneira, mais progressista, nunca fui de sair com vários caras e nem me interessava muito por sexo. Talvez por falta de experiência – e incentivo do meu meio. Só beijei duas outras pessoas antes de conhecer o Marcos e, depois que o conheci, tudo mudou.

Um início cheio de respeito e consideração

O início foi lento: caminhávamos de mãos dadas no parqu, saíamos pra tomar sorvete, conversávamos por horas. Ele sempre foi bem respeitoso comigo, e só nos beijávamos quando ficávamos sozinhos. E que beijos! 

Só com o Marcos experimentei a sensação de ter a calcinha ficando encharcada. Sem nem chegar perto da minha bunda, seios ou quaisquer outras partes erógenas, ele conseguia arrepiar meu corpo inteiro, principalmente a nuca. Marcos tem mãos fortes e quando ele segurava a minha cintura eu me sentia segura. Sabia que estava protegida.

Sabia que ele nunca me deixaria na mão, sabe? Quem é mulher e já viveu um relacionamento com um homem de verdade vai me entender. Toda essa hombridade combinada a lábios carnudos, uma língua deliciosa e um caráter que poucos têm hoje em dia, descobri aos poucos o que era sentir tesão.

Era muito difícil segurar o fogo, e acabou que não casei virgem. Mas Deus me perdoaria, do contrário não teria feito a gente sentir tanto desejo.

Uma tarde recheada de mágica

Nossa primeira vez foi mágica. E foi mágica porque não planejamos, ela simplesmente aconteceu. Tínhamos ido na sorveteria e paramos na pracinha, que estava, estranhamente, deserta. Ele estava tão lindo naquele dia… Pedi um beijo. Ele deu. Depois, acariciou o meu rosto e disse o quanto me amava.

  • Não vejo a hora da gente casar. Acordar todos os dias do seu lado é tudo que eu quero pra minha vida.
  • Entre outras coisas, né?
  • Como assim?
  • Ai Marcos, eu não aguento mais esperar. – minha voz estava trêmula e ansiosa. Comecei a sussurrar – Quero sentir mais do que a sua língua. Quero sentir tudo.

No final da frase soltei um gemido. Ele perguntou, tentando esconder a animação, se eu tinha certeza daquilo, quase como suplicando pra ser verdade. Estaria mesmo a namoradinha da igreja pedindo, ao pé do ouvido dele, que ele a fodesse com força?

Marcos me levou pra casa dele, que por sorte não tinha ninguém. Primeiro ele tirou a minha blusa e fitou meus seios, que são fartos e bonitos. “Posso?”, ele pediu, ao que respondi “Não me peça nada. Faz o que quiser comigo. Sou sua serva, então me mostre o caminho”.

Depois de dizer isso, ele colocou as mãos nos meus peitos e começou a beijá-los e cheirá-los, com paixão e desejo, mas sem pressa. Foi tirando meu sutiã enquanto beijava minha boca e lambia meu pescoço. Ao ver meus seios expostos, ele encheu as duas mãos com eles e começou a mamar. 

A cada sugada eu sentia meu clitóris tremer e minha vagina se contrair. Mal começamos e eu já estava gemendo gostoso. Parece que ele sentiu a vibração na minha calcinha, porque assim que fiquei lubrificada ele já enfiou a mão dentro dela.

A inocente não sabia o que era um orgasmo

Sem parar de mamar, Marcos começou a me masturbar. De repente senti uma onda de prazer seguida da outra, minhas pernas bambearam e comecei a sentir contrações involuntárias. Não sabia o que era e fiquei com medo. Pedi pro Marcos parar.

  • Tô sentindo uma coisa estranha… – e expliquei.
  • Meu amor, você teve um orgasmo. Doeu alguma coisa?
  • Não, só foi esquisito. Mas um esquisito muito bom. Quero mais.

Ao terminar a frase, pulei no colo dele e passei as pernas em volta de sua cintura. Ele me levou até o balcão da cozinha, tirou o que faltava da minha roupa, me colocou sentada no balcão e me chupou.

  • Sua bucetinha é doce. É rosa e doce. Acho que nunca mais vou sair daqui.

Ele disse isso entre lambidas, mordiscadas e sugadas. Nunca pensei que fosse possível sentir tanto prazer assim. A sensação era de ter chegado ao paraíso. Meu corpo todo pulsava e queimava. Teve uma hora que o Marcos subiu até a minha boca e me beijou como se minha boca fosse minha vulva.

Gemi mais forte e mais alto. Depois de me lambuzar, ele tirou a própria roupa e exibiu seu pau enorme e grosso. Confesso que tive um pouco de medo da dor. Mas Marcos sabia o que estava fazendo e eu me senti segura o tempo todo.

Fiz carinho no pau dele e disse que queria sentir tudo. Mais uma vez o meu amor perguntou se podia mesmo e eu confirmei. 

  • Se doer você fala e a gente para, combinado?
  • Combinado.

Ainda sentada no balcão, com o corpo fervendo e a vulva pulsando, Marcos me penetrou. Devagar, com cuidado e jeito, tanto que doeu só um pouquinho. Eu queria tanto, estava tão pronta, que nem sangrou.

Um sexo repleto de carinho, desejo e paixão

Marcos começou o vai e vem bem devagar, enquanto beijava a minha boca e segurava a minha cintura com firmeza. Continuei gemendo, agora bem baixinho, totalmente entregue e refém daquele homem maravilhoso.

E quando eu achava que não dava pra sentir mais prazer, ele me provou o contrário.

  • Quer perder toda a sua virgindade hoje?
  • Quero. Eu sou sua. Faz o que você quiser.
  • Então espera só um pouquinho, já volto – e sumiu dentro da casa por alguns segundos.

Voltou com um objeto que eu nunca tinha visto antes, que eu descobriria depois o nome: um vibrador do tipo varinha mágica. Não bastasse todo o tesão que aquele homem me provocava, ele ainda queria mais.

Desci do balcão e Marcos me virou de costas pra ele. Com uma mão no meu rosto e outra no meu sexo, ele me beijou longamente, e depois beijou meu pescoço e minha nuca. Ele ligou a varinha e começou a passar por todo o meu corpo, pra que eu pudesse me acostumar com ela. 

Desligou, me pediu pra eu me inclinar sobre o balcão. Obedeci. meu amor então se ajoelhou, exibiu meu cu – que já piscava loucamente – e começou a chupá-lo.

Quando já estava toda lambuzada, ele veio com seu pau imenso e me penetrou por trás. Gemi alto. Em seguida, ligou a varinha novamente, afastou minhas pernas e desceu o vibrador até o meu clitóris.

Quando encontrou o ponto certo, que me fez quase desfalecer de tanto prazer, Marcos começou a se movimentar, comendo meu cuzinho apertado. A sensação do sexo anal com a estimulação simultânea da varinha foi inexplicável. Parecia que eu ia voar.

Não demorou muito eu tive um novo orgasmo. Apertei tanto o pau do Marcos que ele gozou dentro de mim. Depois de meia hora repetimos a dose, mas qualquer dia eu conto.

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